Design for All — Casas que cuidam de quem lá vive
Sala acessível e acolhedora — Design for All
Enfermeira de reabilitação · Designer de interiores

Casas que cuidam de quem lá vive.

Desenho espaços seguros, autónomos e bonitos — para quem envelhece ou vive com mobilidade reduzida. Sem nunca parecerem um hospital.

Liliana Abreu
Quem está por trás

Vejo a sua casa como enfermeira. Desenho-a como designer.

Durante 20 anos, como enfermeira de reabilitação, ajudei pessoas a recuperar autonomia depois de uma queda, de um AVC ou com o avançar da idade. E vi sempre o mesmo: voltavam para casas que trabalhavam contra elas.

Foi por isso que me tornei também designer de interiores. Hoje desenho casas onde a segurança está pensada ao milímetro — mas onde não se vê um único hospital. Só uma casa bonita, que por acaso a protege.

Liliana Abreu
Enfermeira de Reabilitação · Designer de Interiores
A minha história completa →

A casa deve adaptar-se às pessoas — não o contrário.

O que faço

Adapto a casa, divisão a divisão

Olho para a casa com olhos clínicos e de design. Cada intervenção é pensada para o corpo de quem lá vive — e para a beleza do espaço.

Casa de banho

Duche sem degrau, apoios que parecem toalheiros, banco de duche, chão antiderrapante.

Quarto

Altura de cama certa, luz de percurso, espaço para se mover, roupeiro acessível.

Cozinha

Alturas e puxadores fáceis, zonas de apoio, tudo ao alcance.

Circulação

Corredores livres, iluminação de percurso, apoios discretos, sem obstáculos.

Para quem

Para quem quer viver em casa, em segurança

Filhos e cuidadores

Que querem manter os pais em casa, com autonomia e sem o medo da próxima queda — sem os mandar para um lar.

Recuperação

Quem volta a casa depois de um AVC, uma queda ou uma cirurgia, e precisa que o espaço acompanhe a recuperação.

Envelhecer com autonomia

Quem quer preparar a casa a tempo, para continuar a viver nela com conforto nos anos que vêm.

Sala de jantar
Suite
Cozinha
Casa de banho social
O que recebe

Um projeto de nível executivo

Cada escolha tem uma razão clínica — mas a acessibilidade fica invisível. A casa continua a ser a sua casa, bonita. E leva tudo o que precisa para decidir e executar com confiança.

  • Moodboard e conceito
  • Plantas de layout e com cotas
  • Cortes técnicos e mobiliário à medida
  • Renders 3D fotorrealistas
  • Lista de materiais com referências
  • Prioridades, orçamento-guia e apoio na execução
Tirar dúvidas

Perguntas que me fazem muito

Se a sua não estiver aqui, fale comigo no WhatsApp — respondo eu.

Isto vai deixar a minha casa com ar de hospital?
Não. É precisamente o meu ponto de partida. Os apoios parecem toalheiros, o duche sem degrau parece design, a iluminação é de percurso mas é bonita. A segurança fica lá — só não se vê. A casa continua a ser a sua casa.
Preciso de fazer obras grandes?
Nem sempre. Muitas mudanças que dão mais segurança e autonomia são simples: alturas certas, apoios bem colocados, tirar obstáculos, luz certa. Digo-lhe sempre o que é essencial, o que é opcional e por que ordem faz sentido avançar.
Quanto custa começar?
A porta de entrada é o Diagnóstico de Acessibilidade — 49€: uma conversa de 60 minutos e um dossier com o que mudar, por prioridade. Sem compromisso de avançar para mais. A partir daí, cada divisão tem o seu valor, que combinamos consigo.
Trabalha à distância ou vem a casa?
As duas. A primeira conversa é online e serve para perceber a pessoa, a casa e o que se passa no dia a dia. Sempre que o projeto o justifica, combinamos uma visita. Estou no Porto e trabalho em todo o país.
Serve para quem está a recuperar de um AVC ou de uma queda?
Sim — foi com pessoas assim que trabalhei 20 anos como enfermeira de reabilitação. Adapto a casa ao momento da recuperação e ao que se prevê a seguir, para que o espaço ajude em vez de atrapalhar.
Como é a primeira conversa?
Simples e sem pressão. Ouço o que a preocupa, faço perguntas, e no fim recebe por escrito o que vale a pena mudar e por onde começar. Sai de lá com clareza — decida avançar comigo ou não.
Vamos conversar

A sua casa devia cuidar de si.

Comece por um diagnóstico de 60 minutos. Digo-lhe, com clareza, o que vale a pena mudar. E se preferir, fale já comigo — sou eu do outro lado.